Postado em 05/07/2017

Quando trocar o pediatra por um clínico geral

Antes mesmo de a criança nascer, uma das primeiras preocupações dos pais é encontrar um pediatra adequado para cuidar da saúde dela. Essa escolha é fundamental para criar um laço de confiança diante de qualquer necessidade, ainda mais nos primeiros anos. Mas você sabe o momento certo para finalizar o vínculo e transferir as consultas para um clínico geral?

Por mais que você esteja satisfeito com o atendimento do pediatra, a especialidade dele é justamente cuidar de crianças. Isso significa que você não poderá contar com ele para sempre nos cuidados com o seu filho. A função desse profissional de fato é muito importante, porque a infância é uma das etapas da vida em que a saúde é mais vulnerável. Logo nos primeiros meses, o corpo ainda está despreparado para enfrentar vírus e bactérias e precisa de cuidados para desenvolver os anticorpos necessários para reagir às doenças.

Embora o leite materno seja muito importante nessa questão, a infância como um todo é um período em que o organismo desenvolve a proteção contra as ameaças do ambiente. A interação com o mundo aciona reações no corpo que instigam a produção de elementos combatentes e nem sempre é possível evitar uma doença.

Conforme os anos passam, o organismo fica cada vez mais forte e, com essa adaptação, a própria necessidade de ir ao pediatra diminui. Isso não significa que a criança não precise mais realizar consultas de rotina. Na verdade, elas são importantes durante toda a vida para a prevenção, pelo menos uma vez por ano em condições de boa saúde. E eis que entra o papel do clínico geral. Existe um limite para essa transição, mas ela pode ser arbitrária.

A idade ideal: teoria x prática

Um fato curioso é que, oficialmente, um pediatra pode continuar a realizar o atendimento clínico até os 21 anos do paciente. Essas são as recomendações segundo o Conselho Americano da Prática Pediátrica, que estabeleceu os limites atuais em 1969. Pode soar como uma surpresa para você, já que é muito difícil ver adolescentes maiores de 16 anos agendarem consultas com um pediatra.

Eis que entra a prática. A maioria das entidades médicas não atua segundo tais condições. Elas possuem os seus próprios limites, que costumam variar entre 12 e 16 anos. Dessa forma, a escolha não depende somente dos pais, mas também dos padrões adotados pelo próprio profissional. Alguns de fato se colocam à disposição até os 21 anos, enquanto que outros podem inclusive recomendar um clínico geral de confiança.

O mais importante é compreender quando está na hora de cortar o cordão umbilical.  Parece até frase de efeito, mas é que muitas vezes os pais se sentem dependentes do pediatra após tantos anos de cuidado, relutando para realizar essa transição por causa da alta confiança.

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