Postado em 29/06/2018

Conheça as DSTs mais comuns e saiba como evitá-las

A atividade sexual faz parte da idade adulta. Além de proporcionar momentos de prazer, ajuda a relaxar e tem seus benefícios para a saúde e bem-estar. Porém, também exige seus cuidados, já que tem riscos de doenças. Vamos falar sobre as DSTs mais comuns?

Existe uma infinidade de doenças sexualmente transmissíveis, mas algumas delas se destacam pela maior facilidade de contraí-las. A melhor forma de evitá-las é garantir a proteção durante o ato sexual, mas há outras medidas para cada tipo de enfermidade.

Confira a seguir a nossa lista das DSTs mais comuns e descubra como preveni-las!

HIV / AIDS

A AIDS é a mais temível de todas as DSTs, justamente pela sua fama de doença fatal que definha o organismo gradualmente. Por isso, inspira diversas campanhas de prevenção. A transmissão é mais ampla, sendo não só através do sexo, mas também por qualquer contato com sangue ou leite materno contaminado.

O contaminado pelo HIV leva em média 10 anos para desenvolver a AIDS, passando a manifestar os sintomas. Por ser uma doença silenciosa, os riscos de contaminação do HIV são grandes e é imprescindível o uso de preservativos para se proteger. Evitar seringas compartilhadas e drogas injetáveis também é uma medida importante.

HPV

O HPV ou Papiloma Vírus Humano é uma DST causada por diferentes tipos de vírus. Há mais de 100 tipos da doença, de acordo com as características dos invasores. Pode ser adquirida tanto pelo sexo tradicional como pelo sexo oral.

Em alguns casos, a pessoa não apresenta sinal e pode se curar sozinha sem sequer descobrir que pegou o vírus, mas a precaução é sempre importante. Além do seguro sexo, outra medida protetora é tomar a vacina disponível contra a doença.

Gonorreia

A gonorreia é uma das DSTs mais comuns de serem contraídas e pode ser identificada, entre outros sintomas, por um corrimento esbranquiçado na genitália. A prevenção é através de preservativos, ação indicada inclusive no sexo oral.

A doença oferece baixo risco, mas pode gerar complicações se não tratada. Nas mulheres, pode acarretar em inflamação pélvica, gravidez fora do útero e infertilidade. Já os homens podem desenvolver epididimite e infertilidade.

Sífilis

A bactéria da sífilis é responsável pelo surgimento de feridas e caroços na região genital, que aparecem em média depois de duas semanas após o contágio. Pode ser transmitida no sexo tradicional e no sexo oral, sendo recomendável o preservativo como prevenção.

Herpes

A herpes se manifesta através de erupções cutâneas na região genital ou no ânus, com a formação de bolhas. O contágio se dá através do contato sexual e a prevenção se faz através de preservativos.

Clamídia

Assim como a gonorreia, a clamídia também gera uma secreção na genitália. O seu perigo é que muitas vezes demora a se manifestar. Isso aumenta os riscos de contrair a doença, pois o infectado pode não saber que tem a bactéria. Tal fator é agravante por facilitar a evolução da clamídia. Como a maioria das DSTs, a prevenção também é pelo uso de preservativos.

Hepatite B

Transmitida no ato sexual ou em contato com sangue contaminado, a prevenção da Hepatite B requer proteção nas relações sexuais e evitar objetos compartilhados, como alicates de unha e lâminas de barbear.

Cancro mole

Essa DST é causada por uma bactéria chamada Haemophilus ducrevi. Os sintomas envolvem feridas na região genital, dores de cabeça, febre e fraqueza, sendo mais comuns no sexo masculino. A prevenção é feita com o uso de preservativos.

Essas são algumas das DSTs mais comuns que atingem a população sexualmente ativa. O sexo seguro com preservativos realmente é a chave para evitá-las, mas é importante seguir as demais recomendações. É recomendável realizar exames de prevenção pelo menos uma vez por ano.

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